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Maria Teresa Marques dos Santos Norte

Funcionária do Centro de Imagens Médicas de Santarém, 49 anos, Santarém

Edição de 11.05.2016 | Agora Falo Eu

Costuma dar boleia a estranhos?
Não, nunca! Sei lá se ainda acabo com um tiro na cabeça! (risos)
Que político convidava para almoçar?
Hum, talvez Marcelo Rebelo de Sousa porque antes do político simpatizo com a pessoa. Perguntar-lhe-ia, entre muitas outras coisas, qual o critério utilizado por eles (políticos), para decidirem por que é que pessoas com a mesma categoria profissional, no mesmo país, trabalham 35 horas e outras 40 horas semanais. Acho discriminatório.
Que opinião tem da vida nocturna de Santarém?
Não sou propriamente a pessoa mais indicada para opinar sobre esse assunto, dado que as minhas saídas nocturnas são escassas, mas penso que a vida nocturna nunca foi o forte de Santarém.
O que faz falta na cidade?
Ui... tanta coisa! É impossível enumerar tudo o que está em falta nesta cidade mas, aproveitando o meu tempo de antena, quero apelar às entidades competentes que estudem a possibilidade de colocarem uma passadeira, um traço descontínuo e arranjarem as valetas, que presentemente servem de passeios, na Estrada Nacional 3, para podermos chegar ao IMES- Centro de Imagens Médicas de Santarém (local onde trabalho), em segurança.
Para que país não viajava mesmo que lhe pagassem tudo?
Para a Síria. Se há tanta gente que prefere morrer no mar do que ficar lá, imagino o que aquilo deve ser.
Se pudesse para onde viajaria amanhã?
Nova York. Sempre tive muita vontade de conhecer e ainda não perdi a esperança.
A que petiscos não resiste?
Não vivo para comer. Sou mais do tipo “comer para viver”, ainda assim existem pratos que me dão mais prazer comer, tais como, um bom bife grelhado, sushi, amêijoas à bolhão pato... nada de pratos muito elaborados.
Alguma vez pensou emigrar?
Não, nunca! Penso que as pessoas têm que ter um certo perfil para emigrar. Eu sou demasiado apegada às pessoas de quem gosto e às minhas raízes. Se por acaso, numa situação extrema tivesse que emigrar, claro que emigrava mas iria ser um tormento.
Qual o piropo mais original que já lhe disseram?
Os poucos piropos que me disseram não eram originais. Foram do tipo “Ó jóia anda cá ao ourives” (risos).
Como reagiria se um desconhecido lhe oferecesse flores?
Com certeza ficaria muito surpreendida, mas penso que a reacção seria boa. Agradecer-lhe-ia e dir-lhe-ia que estou sempre disponível para receber presentes.
Gosta de conduzir o carro ou prefere que a conduzam?
Depende para onde me conduzam (risos). Agora a sério: se tiver que ir a um local que já conheço gosto de conduzir. Se for território desconhecido, prefiro que me conduzam pois aproveito para contemplar o desconhecido.
As redes sociais afastam-nos ou aproximam-nos dos outros?
Penso que nos aproximam das pessoas distantes e afastam-nos dos que nos estão próximos. Há pessoas que tínhamos deixado de contactar e que reencontramos através das redes sociais. Já os que nos são próximos, se não tivermos um certo cuidado, acabamos por não usufruir os momentos que temos com eles pois quando damos conta está tudo agarrado ao telemóvel.
Dia ou noite?
Noite. A noite remete-me para festas, diversão, glamour.
Já pediu o livro de reclamações em algum estabelecimento?
Sim já, no Hospital Distrital de Santarém, atendendo a que um familiar directo deu entrada nas urgências e passadas 48 horas, continuava lá sem comer, sem beber, sem soro e sem fazer a medicação (incluindo a que faz diariamente), embora tivesse indicação médica que podia fazer as refeições normais e a medicação enquanto aguardasse a transferência para internamento.
Os homens ainda se querem feios e a cheirar a transpiração?
Na minha opinião jamais alguma mulher quis homens com esses “atributos”. Dou muito valor a um homem charmoso, cheiroso e amável...entre outras qualidades.

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