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Centro Social da Casa dos Beirões do Ribatejo pronto no final do ano
FUTURO. Obra vai ser importante para os sócios e comunidade Foto O MIRANTE

Centro Social da Casa dos Beirões do Ribatejo pronto no final do ano

Associação promoveu visita às obras e garante apoio da Câmara de Santarém para ajudar a pagar a empreitada.

Edição de 25.01.2018 | Economia

O Centro Social da Associação Casa dos Beirões do Ribatejo (ACBR), que inclui um centro de dia e apoio domiciliário, vai estar a funcionar até ao final deste ano, garantiu o presidente da colectividade, Dionísio Abreu, durante uma visita à obra que decorreu no sábado, 20 de Janeiro.
O presidente da associação diz que existem muitos centros sociais em Santarém, mas com condições para receber a população contam-se pelos dedos. É por isso que, afirma, esta obra será muito importante tanto para os sócios como para a comunidade. Para já, Dionísio Abreu refere que a obra tem andado sobretudo graças a donativos dos sócios, mas é necessário mais apoio não só por parte do município como também da população. “Peço, por isso, que todos dêem as mãos para que este edifício se erga e todos possamos tornar este sonho possível”, apela.
A Câmara de Santarém vai ajudar financeiramente a Associação da Casa dos Beirões do Ribatejo na construção do centro social. A promessa foi deixada pelo presidente Ricardo Gonçalves durante a visita à obra. O apoio, de cerca de 150 mil euros, está contemplado no regulamento de acordo com este tipo de iniciativas.
Dionísio Abreu explica que a ideia de construção do Centro Social surgiu há quatro anos após vários sócios da associação queixarem-se da falta de infraestruturas do género na cidade. Entretanto, a associação decidiu pedir ao município que cedessem um espaço para construir o equipamento. A câmara ofereceu esse terreno no Grainho, nos arredores de Santarém, e fez-se a escritura do terreno. Entretanto, a ACBR candidatou-se a fundos comunitários e começou a trabalhar no projecto.

Lar de idosos fica para mais tarde
O presidente da associação admite que ainda estiveram na dúvida se deveriam abrir também um espaço de fisioterapia ou uma creche, mas prontamente decidiu-se pela primeira escolha. “Havia uma maior necessidade de um local onde as pessoas pudessem fazer a sua fisioterapia, daí tomarmos essa opção”, admite Dionísio Abreu a
O MIRANTE, dizendo que, para já, o centro social irá abrir com as valências de centro de dia com capacidade até 35 utentes e apoio domiciliário até 50 utentes.
O equipamento contará com uma biblioteca, uma sala de enfermagem, um consultório médico, um cabeleireiro, uma sala de refeições, uma sala de convívio e uma cozinha. Já numa segunda fase, pretende-se avançar para um lar de idosos que contará com 40 camas, uma sala de refeições e uma sala de convívio.

Centro Social da Casa dos Beirões do Ribatejo pronto no final do ano

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