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Área cultivada com milho transgénico aumentou para 7,3 mil hectares

Alentejo e Lisboa Vale do Tejo são as regiões com mais hectares destinados a essa cultura

Edição de 07.06.2018 | Economia

A área cultivada em Portugal com milho geneticamente modificado aumentou 3,6% em 2017, para 7.307 hectares, continuando a ser o Alentejo a região com maior extensão, segundo o Relatório Estado do Ambiente (REA) divulgado terça-feira.
“Ainda que a área do continente nacional ocupada com o cultivo deste OGM [Organismo Geneticamente Modificado] tenha aumentado desde 2005, a área cultivada tem-se mantido relativamente estável desde 2011 (cerca de 8.000 hectares, em média)”, aponta o documento elaborado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA). No entanto, verificou-se “um ligeiro aumento em 2017, face ao ano anterior (cerca de 3,6%)”, acrescenta o REA apresentado pelo ministro do Ambiente, João Matos Fernandes. O Alentejo tem uma área cultivada com milho geneticamente modificado de 3.187,2 hectares, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo, com 2.466 hectares e o Centro com 1.608 hectares.
No ano passado, na União Europeia a área de cultivo de milho OGM diminuiu cerca de 3,5% na comparação com 2016, abrangendo 131.535 hectares. “Não obstante a estabilidade em termos de área cultivada, tem-se verificado uma diminuição significativa do número de países que cultivam este milho que em 2017 se limitaram a Portugal e Espanha”, aponta o REA.

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