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Câmara de Rio Maior pondera abate selectivo de árvores de grande porte

Em causa os impactos causados no espaço urbano por espécies como choupos ou plátanos.

Edição de 07.06.2018 | Sociedade

A Câmara de Rio Maior está a ponderar a substituição gradual de árvores na cidade que, devido às suas características, causam impactos nocivos no espaço público urbano, como é o caso dos choupos e plátanos. A informação foi dada na última reunião do executivo municipal pelo vice-presidente da autarquia, Filipe Santana Dias (PSD), que mencionou a Rua Poeta Ruy Belo e as imediações do posto da GNR como zonas onde se pode vir a proceder ao corte selectivo e substituição por outras espécies. Até porque, diz, a poda não resolve o problema, apenas o minimiza.
No entanto, Santana Dias refutou a associação das substâncias libertadas pelos choupos (semelhantes ao algodão) a alergias, criticando o vereador João Teodoro Miguel (PS), que na sua página na rede social Facebook terá aludido a eventuais consequências negativas para a saúde causadas pelos choupos. “Não se ganha nada em andar a espalhar o pânico quanto às árvores e quanto aos choupos em particular”, criticou.
Santana Dias ironizou referindo que essas árvores “não eram macieiras que este executivo, por um toque de magia, transformou em plátanos e choupos, em árvores desadequadas” para o espaço urbano, nomeadamente junto a edifícios, pelo porte que ganham com os anos. E recordou que a plantação de algumas dessas árvores foi feita em 2007 e João Teodoro Miguel integrava o executivo camarário da altura.

Vandalismo e falta de civismo
Na mesma reunião, João Teodoro Miguel alertou para a falta de limpeza urbana e de cuidado com o espaço público urbano, como calçada levantada, papeleiras e bancos danificados, veículos abandonados e lixo no chão junto aos ecopontos, pedindo atenção da maioria PSD/CDS para essas situações.
O vice-presidente da câmara reconheceu que o vandalismo em bancos e papeleiras “é um problemas” e criticou ainda a falta de civismo de alguns munícipes que depositam o lixo e o cartão fora dos recipientes destinados a esse fim. “Há uma semana ou duas estragaram os bancos todos na Avenida de Portugal”, lamentou Filipe Santana Dias.

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