Sociedade | 16-03-2006 17:47

Patos de plástico por causa dos vizinhos

Um habitante da Golegã deitou fora 15 patos depois das queixas de dois conterrâneos, receosos que a gripe das aves chegasse à vila.A gripe das aves já fez uma vítima em Portugal. Rodrigo Melancia das Neves, morador na Golegã, foi obrigado a deitar fora 15 patos que possuía em casa há mais de dez anos, por causa de dois conterrâneos receosos que as aves apanhassem a doença.Os responsáveis pela atitude de Rodrigo Melancia das Neves nem sequer moram perto da sua residência. Mas passam ali diariamente e de há uns tempos para cá incomodavam o morador por causa dos patos que brincavam no pequeno lago construído no quintal.Na véspera de Carnaval, as críticas subiram de tom levando Rodrigo dos Patos, como é conhecido na vila, a tomar uma atitude drástica. Um dia depois de ouvir a vizinha dizer que não estava para morrer com a gripe das aves Rodrigo levantou-se cedo, pegou num saco de serapilheira, meteu lá os patos e foi deitá-los na lagoa junto à vila.Abandonou-os à sua sorte depois de os ver nascer e de ter cuidado deles durante uma década. Com as lágrimas nos olhos largou-os um a um nas águas da alverca, só para não ter de ouvir mais os vizinhos.É no quintal de casa, à beira do pequeno lago onde costumavam brincar patos reais, patos mandarins e patos carolinos que Rodrigo conta o episódio. Lembra como as crianças que passavam ali todos os dias a caminho da escola se divertiam com as aves, das mães com carrinhos de bebés que paravam para lá da rede a mostrar os animais aos pequenotes. E até dos guardas da GNR que não raras as vezes paravam ali o jipe para os apreciar. Mais desenvolvimentos na edição semanal.Um habitante da Golegã deitou fora 15 patos depois das queixas de dois conterrâneos, receosos que a gripe das aves chegasse à vila.A gripe das aves já fez uma vítima em Portugal. Rodrigo Melancia das Neves, morador na Golegã, foi obrigado a deitar fora 15 patos que possuía em casa há mais de dez anos, por causa de dois conterrâneos receosos que as aves apanhassem a doença.Os responsáveis pela atitude de Rodrigo Melancia das Neves nem sequer moram perto da sua residência. Mas passam ali diariamente e de há uns tempos para cá incomodavam o morador por causa dos patos que brincavam no pequeno lago construído no quintal.Na véspera de Carnaval, as críticas subiram de tom levando Rodrigo dos Patos, como é conhecido na vila, a tomar uma atitude drástica. Um dia depois de ouvir a vizinha dizer que não estava para morrer com a gripe das aves Rodrigo levantou-se cedo, pegou num saco de serapilheira, meteu lá os patos e foi deitá-los na lagoa junto à vila.Abandonou-os à sua sorte depois de os ver nascer e de ter cuidado deles durante uma década. Com as lágrimas nos olhos largou-os um a um nas águas da alverca, só para não ter de ouvir mais os vizinhos.É no quintal de casa, à beira do pequeno lago onde costumavam brincar patos reais, patos mandarins e patos carolinos que Rodrigo conta o episódio. Lembra como as crianças que passavam ali todos os dias a caminho da escola se divertiam com as aves, das mães com carrinhos de bebés que paravam para lá da rede a mostrar os animais aos pequenotes. E até dos guardas da GNR que não raras as vezes paravam ali o jipe para os apreciar.

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