Sociedade | 31-07-2008 18:08

Declaração como "área crítica" abre caminho à requalificação de Aljustrel, Fátima

O presidente da Câmara de Ourém, David Catarino, considerou hoje que a declaração, pelo Conselho de Ministros, de Aljustrel, na freguesia de Fátima, como "área crítica", “é um passo importante para a requalificação" da zona da Cova da Iria.“É mais um passo, num processo lento, que reconhece a necessidade da intervenção em Fátima”, afirmou à agência Lusa o autarca, esperançado que a declaração como área crítica de recuperação e reconversão urbanística de Aljustrel seja secundada por financiamento do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).Aljustrel, onde nasceram os videntes Francisco, Jacinta e Lúcia, a quem Nossa Senhora apareceu em 1917, é o segundo local mais visitado de Fátima, depois do santuário.O presidente da Câmara de Ourém adiantou que “tudo se encaminha” para que em 2017, ano em que se comemora o centenário das aparições, “a face do espaço urbano de Fátima esteja completamente alterada”.“Precisamos de qualificar o espaço público, mas, se necessário, também impor aos privados essa requalificação. Esta declaração vem precisamente facilitar isso, abrindo caminho à requalificação de Aljustrel”, explicou o autarca. Para David Catarino, com a decisão hoje tomada em Conselho de Ministros “ganha a imagem do país, ganha o turismo”.O autarca acrescentou que a definição da intervenção em Aljustrel estará a cargo da Sociedade de Reabilitação Urbana de Fátima, empresa de capitais exclusivamente municipais responsável já pela reabilitação da envolvente ao Santuário de Fátima.Este espaço foi igualmente declarado pelo Governo como área crítica de recuperação e reconversão urbanística de Fátima em 2005.

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