Sociedade | 13-12-2011 21:44

Bombeiros do Entroncamento que tinham pedido passagem ao quadro de reserva já estão ao serviço

Bombeiros do Entroncamento que tinham pedido passagem ao quadro de reserva já estão ao serviço
Os trinta e um bombeiros que estavam no quadro de reserva há cerca de um mês e meio por divergências com o presidente da direcção retomaram o serviço activo às 21h00 de hoje.A decisão de voltar ao serviço foi tomada esta tarde após ser conhecida a demissão de todos os corpos sociais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Entroncamento.Recorde-se que a única reivindicação dos bombeiros voluntários foi, desde a primeira hora, a demissão do Presidente da Direcção Filipe Rato da Graça. Como O MIRANTE noticiou esta manhã, já foi marcada para dia 27 uma Assembleia Geral Extraordinária dos associados "a fim de dar início ao processo de eleição dos novos órgãos sociais".Num comunicado enviado à redacção de O MIRANTE os bombeiros pedem desculpa à população pelos transtornos causados, agradecem o apoio que receberam de cidadãos e corporações vizinhas e fazem um apelo aos associados para uma participação massiva na Assembleia Geral de dia 27.O presidente da direcção dos Num comunicado emitido na manhã de terça-feira, o presidente da Assembleia Geral, Mário Olímpio Ferreira anunciou a demissão de todos os elementos dos Corpos Gerentes e a marcação de eleições para dia 27 de Dezembro. Ao princípio do dia o presidente da Direcção demissionária também emitiu um comunicado afirmando que a atitude dos bombeiros ao longo do processo violou "todos os princípios da ética, do bom senso, do respeito, da disciplina e do diálogo". Filipe Rato da Graça diz que os Bombeiros, "escolheram o seu caminho ao perderem a postura e a dignidade e de alguma forma feriram a confiança da Associação que neles sempre depositou e em muito investiu, ao abandonarem a missão para a qual se candidataram, manipulados por meia dúzia de elementos apoiados por ex-dirigente e com a total passividade do seu comandante e total empenho do 2º. Comandante, tal como observado nos últimos acontecimentos públicos, extremados ao ponto de encerrarem as suas instalações a cadeado". E acrescenta: "É certo que a Associação precisa dos seus Bombeiros, razão afinal da sua existência, mas não Bombeiros a qualquer preço, tendo em conta as normas e regras de respeito e de solidariedade institucional que devem ser cumpridas. O que se passou viola todos os princípios da ética, do bom censo, do respeito, da disciplina e do diálogo.http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=48881&idSeccao=479&Action=noticia

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