Sociedade | 07-03-2012 07:55

Sapadores florestais de Abrantes estão há dois meses sem receber salários

Os Sapadores Florestais de Abrantes estão há dois meses sem receber salários, uma situação que é reconhecida pela associação de agricultores que tutela os 15 elementos. Com vínculo efetivo à Associação de Agricultores para os concelhos de Abrantes, Sardoal e Mação e com sede em Rossio ao Sul do Tejo, os Sapadores Florestais, num total de quinze homens, fazem diariamente o trabalho prévio de prevenção aos fogos florestais e dedicam-se também, entre outras tarefas, à desmatação das propriedades de associados.A quase totalidade dos trabalhadores aufere o salário mínimo nacional, uma média de 500 euros, tendo atingido os dois meses de salários por receber, entre outros subsídios. José Garcia, 53 anos, trabalha há 11 anos para aquela Associação de Agricultores, e manifestou à Lusa a sua "revolta e desmotivação" por ter de pedir ajuda a familiares para poder respeitar os seus compromissos e ter o que comer."Vivo sozinho e tenho de estar a incomodar a família com esta idade porque tenho três meses de vencimentos para receber e também 50 por cento do subsídio de férias de 2011, que está também por pagar", afirmou.Com um vencimento de 532 euros por mês e um trabalho que considera "bastante pesado", a cortar mato, a podar e desmatar propriedades florestais, José Garcia lamenta ainda a "falta de dinheiro para aquisição de material de protecção e para cortar mato", entre outros.* Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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