Sociedade | 14-03-2012 08:54

Dificuldades de tesouraria assumidas no 32.º aniversário da Canto Firme de Tomar

Dificuldades de tesouraria assumidas no 32.º aniversário da Canto Firme de Tomar
No dia em que assinalou o seu 32.º aniversário, no sábado, 10 de Março, a direcção da Canto Firme – Associação Cultural de Tomar quis deixar bem claro as dificuldades de tesouraria que atravessa neste momento, em virtude do atraso que existe nas transferências de verbas do Programa Operacional de Potencial Humano (POPH) Quadro de Referência Estratégico Nacional.Por esta razão, num gesto que se encara como simbólico, o maestro António de Sousa, 62 anos, que preside a Direcção desta associação há um ano e dois meses, fez circular entre os convidados da sessão solene um mealheiro de lata com motivos infantis, para que os presentes pudessem contribuir com donativos. A ideia partiu dos encarregadosde educação dos alunos. “Cabe-me a mim dar o exemplo”, disse o maestro, após o que colocou uma nota de dez euros no interior do mesmo.Sócio n.º 1 da Canto Firme, António de Sousa relembrou que entrou para esta associação com 30 anos, tendo dedicado metade da sua vida à mesma. Por isso, foi com alguma mágoa que assumiu que os cerca de 30 funcionários e professores da associação têm ordenados em atraso. “O atraso dos reembolsos mantêm-se. Se não cumprem connosco, infelizmente, também não pudemos cumprir”, disse, agradecendo aos funcionários e professores a compreensão pelo problema. Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

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