Sociedade | 27-03-2012 07:39

Sapadores florestais do parque natural com salários em risco

O salário de Março dos sapadores florestais que fazem prevenção no Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros (PNSAC), que abrange território de cinco municípios do distrito de Santarém, está em risco, segundo afirma o presidente da Câmara de Porto de Mós, concelho onde está sedeada a direcção do PNSAC.A remuneração desses dez elementos (cinco de cada equipa) dos sapadores florestais "deveria ser garantida através de subsídios oriundos da Autoridade Florestal Nacional e pelo Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade", mas esta última entidade já em 2011 não assegurou os 50 mil euros anuais que são da sua responsabilidade, revelou João Salgueiro.O autarca explicou que a falta de verbas tem sido coberta pelos municípios cujo território é abrangido pelo parque e admite a extinção destas equipas caso a situação persista, o que constituiria "um grave prejuízo, dado o trabalho que é efectuado ao nível da prevenção de incêndios" no PNSAC.As duas equipas de sapadores florestais foram criadas no âmbito da Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA), entidade que envolve os sete municípios da área do PNSAC: Porto de Mós e Alcobaça (ambos do distrito de Leiria) e Ourém, Rio Maior, Alcanena, Torres Novas e Santarém.* Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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