Sociedade | 13-10-2013 08:31

Fátima recusa ser o Vaticano dos santuários

O culto no mundo a Nossa Senhora de Fátima “está a crescer”, mas Cova de Iria recusa ser o ‘novo' Vaticano dos santuários de Fátima, garantiu o director do Serviço de Estudos e Difusão (SESDI) daquela instituição. “Há cada vez mais igrejas e santuários a pedirem indicações sobre como desempenharem as suas actividades (…), mas não temos qualquer pretensão de sermos uma espécie de Vaticano dos santuários de Fátima”, garante o padre Luciano Cristino.O culto a Nossa Senhora de Fátima levou à criação de 268 santuários espalhados pelos cinco continentes e ao registo de 7.539 nomes associados até a postos de abastecimento de combustível, floristas e a funerárias. “Uma expansão mundial do fenómeno das aparições” que obriga “a um trabalho hercúleo na informatização dos dados”, disse à agência Lusa aquele que é também responsável pelo arquivo do culto a Nossa Senhora de Fátima no mundo.“Vamo-nos apercebendo da dimensão em todo o mundo e podemos dizer que tem vindo a crescer”, salienta o sacerdote, informando que o caso mais recente é a réplica, no Brasil, da Capelinha das Aparições, local de veneração no Santuário de Fátima. Tem as mesmas medidas que a construção original, datada de 1919, e cresceu num terreno de 14 mil metros quadrados na zona oeste do Rio de Janeiro.A expansão do culto no mundo a Nossa Senhora de Fátima teve no papa João Paulo II o seu maior embaixador, admite Luciano Cristino. De resto, entre os portugueses, João Paulo II vai ficar na história como o "Papa de Fátima", Santuário que visitou por três ocasiões.

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