Sociedade | 21-11-2013 00:36

Viaduto do Forte da Casa só será demolido mediante aprovação de operação urbanística

Para que o viaduto do Forte da Casa seja demolido é preciso que primeiro a Câmara de Vila Franca aprove o loteamento da terceira e quarta fases do Forte da Casa. Só depois, explica o município, o viaduto – que é propriedade privada, custou um milhão e meio de euros e nunca serviu para nada - poderá vir para a posse da câmara para ser demolido.Face ao actual momento de crise atravessado pelo sector da construção, não se prevê que o loteamento venha a avançar tão cedo, o que adia durante mais alguns anos a solução para um problema que já tem uma década. A O MIRANTE o município vila-franquense garante que quando tiver a posse do viaduto “analisará, na altura própria, a forma de concretizar a eventual demolição” daquele equipamento, operação que deverá rondar os 100 mil euros.Desde 2008 que a câmara pondera proceder à demolição daquela estrutura, que desde cedo ficou ensombrada por questões de falta de segurança e construção em área de reserva agrícola, mas para isso precisa da autorização do proprietário, a empresa de José Maria Duarte Júnior, empresário falecido em 2011. A construção do viaduto foi acompanhada pelos técnicos da autarquia de Vila Franca e foi interrompida por diversas vezes entre 2001 e 2007. A meio das obras o promotor e a câmara tentaram introduzir alterações com vista a reduzir o grau de inclinação da saída da Póvoa de Santa Iria, mas viria a constatar-se que a curva era demasiado apertada para permitir condições de segurança aos automobilistas. A empresa de José Maria Duarte Júnior terá investido cerca de dois milhões de euros no processo.* Notícia desenvolvida na edição semanal de O MIRANTE.

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