Sociedade | 26-11-2013 13:44

Trabalhadores da Stef manifestam-se pela aplicação da contratação colectiva e aumentos salariais

Cerca de 50 trabalhadores da Stef – Logística e Transporte, da Póvoa de Santa Iria, concentraram-se em frente às instalações da empresa ao final da manhã desta terça-feira, 26 de Novembro, para reclamar a aplicação do contrato colectivo de trabalho. Os trabalhadores, cerca de 50 dos 150/170 da empresa, reclamam o pagamento de trabalho suplementar e do subsídio de frio, ambos negociados e assinados em 2012 para aplicação em 2013, mas que não estão a ser aplicados, segundo os manifestantes.Segundo Rui Matias, do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB), afecto à CGTP, entre horas não pagas e subsídio de frio, os trabalhadores já têm a haver cerca de um salário, e alguns passam por dificuldades.“A questão do subsídio de frio também é muito importante. Os trabalhadores estão diariamente sujeitos a trabalho dentro de câmaras frigoríficas durante cerca de duas horas, com temperaturas que variam entre os menos cinco e os menos cinquenta graus. É importante que se tenha esse subsídio, além de condições ligadas à segurança e higiene no trabalho, como o descanso após esse tipo de trabalho. É quando forem mais velhos, com problemas vasculares e de estrutura óssea, que os trabalhadores se ressentem das condições de trabalho que tiveram”, explica Rui Matias.Para o Sintab, a administração do STEF tem negociado “nada” ao longo de oito meses ao não aplicar o acordo inicial. Recorde-se que a empresa produz, embala e faz a expedição de embalagens com destino aos operadores do sector da alimentação.

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