Sociedade | 12-12-2013 13:46

Trabalhadores no desemprego para a Segurança Social poupar no refeitório

A decisão é claramente economicista. A Segurança Social não quis pagar a actualização para o dobro da renda que era de 300 euros e entregou ao senhorio as instalações onde funcionava o refeitório dos trabalhadores do Centro Distrital de Santarém.Com esta decisão a Associação dos Trabalhadores da Segurança Social de Santarém, que explorava o equipamento, viu-se obrigada a fazer o despedimento colectivo dos cinco trabalhadores que tinha ao serviço. Contribuindo à força para a chaga do desemprego e engrossando os custos do Estado com subsídios."Não estávamos preparados para isto. As casas do pessoal não estão vocacionadas para despedir pessoas", refere o presidente da associação. Luís Galrinho não esconde a irritação por ver que se corta num serviço social mas não nas despesas com o cargo de nomeação política do director distrital, função que podia ser exercida por um funcionário do quadro. Tiago Leite, militante do CDS-PP, deixou as funções de empregado bancário para ir ganhar mais de três mil euros, incluindo despesas de representação, na Segurança Social de Santarém. Tiago Leite é na região, aquele que continua a exercer o cargo por nomeação política, quando em outros organismos, como a direcção de agricultura ou instituto de emprego onde as direcções são assumidas por funcionários do quadro. * Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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