Sociedade | 12-11-2015 17:08

Centros náuticos de Constância e Barquinha motivam guerra judicial

A empresa que explorava os centros náuticos de Constância e de Vila Nova da Barquinha, a Almourol Aventura, está a reclamar cerca de 300 mil euros, valor que diz ser o prejuízo por ter sido afastada da exploração dos equipamentos. O caso está em julgamento em Santarém, na Instância Central Cível, no qual as rés (sociedade Parque Almourol e câmaras municipais de Constância e Barquinha) também pedem cerca de 49 mil euros de rendas e de obras que dizem ter de fazer devido ao abandono dos equipamentos por parte da concessionária.A empresa que explorava os centros alega que ficou impossibilitada de cumprir com os contratos que já tinha celebrado com os clientes e que foi obrigada a cancelar as actividades que já tinha agendadas. Porque as Câmaras de Constância e da Barquinha, que fazem parte da sociedade Parque Almourol, constituída para promover actividades turísticas e de lazer, tomaram posse administrativa dos centros, ocupando as instalações e impedindo a entrada da concessionária. Situação que aconteceu em 14 de Maio de 2013.As autarquias contrapõem dizendo que a Almourol Aventura deixou em 2010 de pagar as rendas (500 euros mensais mais dois por cento das receitas de exploração) e que tomaram posse dos edifícios porque constataram que estes se encontravam desactivados, abandonados e em crescente estado de degradação. A Parque Almourol é detida pela Nersant em 52 por cento e pelas câmaras de Constância, Barquinha e Chamusca, cada uma com 16 por cento do capital.* NOTÍCIA DESENVOLVIDA NA EDIÇÃO SEMANAL EM PAPEL DESTA QUINTA-FEIRA

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