Sociedade | 10-03-2016 00:26

Especialista em património questiona segurança do Convento de São Francisco

Especialista em património questiona segurança do Convento de São Francisco
O movimento Mais Santarém critica a forma como o Convento de São Francisco tem vindo a ser utilizado desde 2009, quando reabriu ao público pela mão da Câmara de Santarém, e defendeu na última assembleia municipal que o monumento nacional fosse encerrado ao público e se nomeasse uma comissão para inspecção, estudo e valorização do imóvel. A moção do movimento independente acabou chumbada, mas o presidente da câmara Ricardo Gonçalves decidiu convocar uma reunião com a Direcção Geral do Património Cultural, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), técnicos da autarquia e o historiador Jorge Custódio (em representação do Mais Santarém) para debater e avaliar questões relacionadas com a segurança do próprio edifício, que vai continuar aberto até que essas entidades se pronunciem.O eleito do Mais Santarém, Jorge Custódio - historiador, especialista na área do património e que foi coordenador da candidatura de Santarém a património mundial -, não poupou nas críticas, dizendo que o edifício abriu "sem que se verificassem as mais elementares regras de segurança do público e de qualidade". "Sujeitam-se os espectadores ao perigo de eventuais derrocadas de paredes ainda não concluídas e da cobertura da igreja que esforça, diariamente, as paredes-mestras das naves, especialmente a nave central", lê-se na moção do Mais Santarém.* Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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