Sociedade | 30-12-2017 13:18

Sindicato acusa Unidade de Saúde do Entroncamento de perseguir médica

Sindicato acusa Unidade de Saúde do Entroncamento de perseguir médica

A visada, Marta Antunes, fala em tentativa de a “expulsarem” apesar da sua doença oncológica. ACES Médio Tejo ainda não se pronunciou.

O Sindicato dos Médicos da Zona Sul, que integra a Federação Nacional do Médicos emitiu um comunicado em que acusa a administração do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo de perseguição a uma médica que presta serviço na Unidade de Saúde Familiar Locomotiva, no Entroncamento.

O comunicado refere que a situação teve início a partir da altura em que a médica, Marta Antunes, assumiu funções como Delegada Sindical daquela organização sindical. No texto, com data de 19 de Dezembro, é afirmado que até uma doença da médica em causa serviu de pretexto para a prejudicar.

"A gravidade desta situação é tal que foi aproveitada uma situação de doença pessoal para a “expulsão” do seu local de trabalho, sob o pretexto de argumentos claramente persecutórios.", pode ler-se.

Em declarações ao jornal digital entroncamentoonline, publicadas este Sábado, a médica em causa acusa o coordenador da Unidade de Saúde Familiar Locomotiva, José Carmona e a directora do ACES Médio Tejo, Sofia Theriaga de a terem pressionado, nos últimos dois meses, no sentido de a "expulsarem" daquela unidade de saúde, não respeitando os seus direitos como delegada sindical nem como doente do foro oncológico. Marta Antunes acrescenta que está também a ser acusada de não contribuir para os objectivos de redução de custos financeiros da USF.

O MIRANTE já contactou, por e-mail, a Directora do ACES Médio Tejo, ao qual pertence a USF Locomotiva, solicitando-lhe esclarecimentos sobre o assunto.

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