Sociedade | 04-05-2018 16:00

CDS quer Aldeia do Mato e Souto nos apoios à reflorestação

“Não nos parece admissível, nem lógico, que esta freguesia fique excluída com todas as consequências negativas para a região que tal exclusão acarreta”, dizem os deputados.

Os deputados do CDS-PP Patrícia Fonseca, Ilda Araújo Novo e Hélder Amaral questionaram o ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural para tentarem apurar se a exclusão da União de Freguesias da Aldeia do Mato e Souto, no concelho de Abrantes, de um programa de apoio à reflorestação de zonas ardidas foi um lapso e, em caso afirmativo, quando é que vai ser corrigido.

Segundo referem os deputados, a área geográfica elegível para este novo programa de apoio à reflorestação diz respeito a áreas afectadas por grandes incêndios em 2016 e 2017 que tenham ficado fora da lista dos concelhos fustigados pelos fogos e que já tinham sido objecto de medidas de excepção por parte do Governo.

Este programa contempla áreas "com pinheiro bravo/manso em pelo menos 75% da área de intervenção, para a reposição do potencial produtivo das áreas de pinhal sem capacidade de regeneração natural e com aptidão para estas espécies".

“Da consulta do anexo I do aviso verifica-se que constam todas as freguesias do norte de Abrantes à excepção da União de Freguesias da Aldeia do Mato e Souto que integra a ZIF Aldeia do Mato e que recentemente sofreu um incêndio florestal de grande dimensão tal e como já havia acontecido em 2003 e em 2005”, alegam os deputados do CDS, acrescentando: “Não nos parece admissível, nem lógico, que esta freguesia fique excluída do aviso, com todas as consequências negativas para a região que tal exclusão acarreta”.

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