Sociedade | 15-08-2018 12:14

Instalações do Instituto do Vinho em Aveiras de Cima continuam ao abandono

Instalações do Instituto do Vinho em Aveiras de Cima continuam ao abandono
O Presidente da Junta de Aveiras de Cima, António Torrão, alerta para o perigo das visitas às instalações do IVV por causa dos buracos

Câmara de Azambuja questiona IVV sobre futuro desse património.

São vários os grafites que cobrem as paredes das há muito instalações inactivas do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), junto à EN366, em Aveiras de Cima, no concelho de Azambuja. Nas paredes já existiam algumas pinturas e recentemente um grupo de grafiters decidiu retomar a prática e ilustrar as paredes com desenho a tinta com recurso a spray. Os novos desenhos, alguns em 3D, foram partilhados através de fotografias nas redes sociais e têm levado muitos curiosos a visitar as instalações. Situação que implica algum risco, por causa das “valas a céu aberto” que se encontram no solo, admitiu António Torrão, presidente da Junta de Freguesia de Aveiras de Cima, a O MIRANTE.

O imóvel, onde há 23 anos se armazenava vinho, continua plenamente acessível, apesar das queixas de insegurança e insalubridade. Para além das valas a descoberto com alguma profundidade, a reportagem de O MIRANTE, que esteve no interior das instalações, confirma outros perigos e sinais de abandono e vandalismo, como vidros partidos, animais mortos (corvos), lixo e ferro velho.

O MIRANTE contactou o IVV que diz desconhecer o estado em que se encontra o edifício e a visita de pessoas ao local.

Notícia desenvolvida na próxima edição em papel esta quinta-feira nas bancas

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