Sociedade | 27-12-2018 12:30

Tribunal mantém prisão preventiva para Rosa Grilo e António Joaquim

Tribunal mantém prisão preventiva para Rosa Grilo e António Joaquim

Três meses após a detenção, o Tribunal de Vila Franca de Xira decide manter os suspeitos da morte de Luís Grilo em prisão preventiva.

A juíza do Tribunal de Vila Franca de Xira que conduz o processo do homicídio de Luís Grilo decidiu manter em prisão preventiva Rosa Grilo e António Joaquim. A decisão foi tomada na segunda-feira, 24 de Dezembro, na sequência do cumprimento da Lei que exige a reavaliação da medida de coacção aplicada ao fim de três meses.

Depois da aplicação da primeira medida de coacção, a 29 de Setembro, a defesa dos suspeitos interpôs um recurso ao Tribunal de Vila Franca de Xira a contestar a prisão preventiva, pedindo que lhes fosse permitido aguardar julgamento em liberdade. O requerimento foi indeferido pela juíza.

O Ministério Público entende que há fortes indícios susceptíveis de crime de homicídio qualificado, profanação de cadáver e detenção de arma proibida. Depois da detenção, a 26 de Setembro, o MP reforça que há mais provas de que a viúva e o amante são co-autores do homicídio.

Ao processo juntam-se as provas recolhidas pela Polícia Científica que provam que a arma usada para matar o triatleta foi uma CZ 7,65mm, pouco comum em Portugal. As características do cano e estrias correspondem às da arma registada em nome de António Joaquim.

O corpo de Luís Grilo foi encontrado a 24 de Agosto, na localidade de Alcórrego (Avis), a mais de 130 quilómetros das Cachoeiras. Segundo a Polícia Judiciária, o homicídio deu-se a 15 de Julho na residência do casal e terá sido premeditado com vários meses de antecedência pela viúva e o funcionário judicial. Na origem do crime estarão motivos de origem financeira e passional.

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