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EDP vai ter reuniões periódicas com Câmaras para melhorar serviço

A EDP vai passar a ter reuniões periódicas com as autarquias de cada uma das 14 áreas de distribuição de energia eléctrica em que o país está dividido, com o objectivo de melhorar a qualidade do serviço, revelou hoje o presidente da empresa.A decisão surgiu da reunião realizada Quinta-feira entre o conselho de Administração da EDP e a Associação Nacional de Municípios (ANMP), onde foram analisadas formas de melhorar o serviço às populações.Segundo o presidente da EDP, Francisco Sanchez, “ficou acordado que passem a realizar-se reuniões com as Câmaras, juntando assim a informação fornecida por estas à informação disponibilizada à empresa por outras vias”, sobretudo através dos directores de área de rede.“Muitas vezes os dados de que a EDP dispõe não são coincidentes com os dados da ANMP”, sublinhou Francisco Sanchez, referindo que com este contacto directo com as Câmaras haverá uma informação mais próxima do que se passa no terreno.A EDP vai agora elaborar um calendário para as reuniões, para as quais serão convidados os responsáveis das câmaras de cada uma das 14 áreas de distribuição e “naturalmente a ANMP”.Francisco Sanchez, face às queixas de que muitas vezes a empresa não cumpre com as responsabilidades decorrentes dos contratos de concessão de distribuição realizados com as câmaras municipais, garante que “na generalidade cumpre”, ressalvando que “as situações não são iguais em todo o país”.Recorda o presidente da EDP que a empresa aumentou em quase cem milhões de euros, para cerca de 300 milhões de euros, o investimento previsto para este ano na melhoria da qualidade das redes de distribuição.“Na sequência dos temporais que houve, há situações que se agravaram e outras onde as intervenções que estavam a ser feitas ainda não se concluíram”, referiu Francisco Sanchez à Lusa, garantindo que “as situações mais frequentes [de falhas eléctricas] foram em 2002, uma situação que está ultrapassada”.Quanto à possibilidade de os consumidores, câmaras incluídas, poderem, a partir de 2004 com a liberalização do mercado, recorrer a outras fornecedores, o presidente da EDP esclarece que “não é por haver concorrência que há uma diferença grande na qualidade de serviços porque as linhas são as mesmas”.

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