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Constância reclama nova ponte

Edição de 16.07.2003 | Sociedade
A Câmara de Constância teme que a abertura, prevista para breve, do aterro para resíduos industriais banais na zona da Carregueira (Chamusca) vá afectar a segurança e a funcionalidade da ponte sobre o Tejo que liga Constância-Sul à Praia do Ribatejo. Por isso volta a reclamar a construção, “com a máxima celeridade”, de uma nova ponte na zona, recordando as “graves deficiências” que a actual apresenta.As preocupações da autarquia acentuam-se com o previsível aumento de trânsito de veículos pesados com destino ao novo aterro, que se vêm juntar às muitas viaturas que por ali circulam em direcção ao Campo Militar de Santa Margarida, à fábrica de pasta de papel do Caima e ao aterro sanitário para resíduos domésticos da Carregueira.Refira-se que essa ponte ferroviária com mais de um século foi adaptada ao tráfego automóvel em 1988, permitindo a circulação de viaturas apenas num sentido. O trânsito é regulado por semáforos. Após o acidente de Entre-os-Rios, a travessia foi vistoriada por especialistas, que apontaram algumas deficiências ao nível da estrutura que as câmaras de Constância e Barquinha não têm meios financeiros para colmatar.“Já em 1998 o então secretário de Estado das Obras Públicas, Maranha das Neves, concluiu, através de despacho, que havia necessidade de construção de uma nova ponte que substituísse a actual. O processo tem sido muito moroso e passados cinco anos o trânsito continua a fazer a mesma travessia”, lamenta o presidente da Câmara de Constância, António Mendes

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