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Uma dupla a puxar pelos líderes

Ciclistas do Cartaxo têm dado nas vistas a trabalhar para a equipa
Edição de 13.08.2003 | Desporto
Gonçalo Amorim e Renato Silva, os dois ciclistas do Cartaxo ao serviço da Maia-Milaneza-MSS, estão a ter até ao momento um comportamento dentro do que se esperava na 65ª edição da Volta a Portugal em Bicicleta, sendo fundamentais no apoio aos principais nomes da equipa, sobretudo a Claus Moller, o vencedor da edição 2002 desta competição.Nas primeiras etapas, os ciclistas chegaram quase sempre integrados no pelotão principal ou a curta distância dos primeiros, mas com a primeira subida à torre, afundaram-se na classificação geral, o que não quer dizer que o seu desempenho tenha sido pior.Os dois ciclistas são dos homens que mais trabalham ao longo das etapas e são elementos fundamentais na estratégia de Manuel Zeferino, o técnico da Maia. Na quinta etapa, Renato Silva esteve em maior destaque, puxando durante largos quilómetros pelo seu chefe de fila, Claus Moller, e contribuindo bastante para que o vencedor da volta transacta não perdesse mais tempo para Nuno Ribeiro, que nessa etapa vestiu a camisola amarela.Já no dia seguinte, foi Gonçalo Amorim, tido por muito como o melhor trabalhador para a equipa do pelotão nacional, que tem de puxar por Moller ao longo de vários quilómetros.Como é de esperar, o trabalho desgastante ao longo das etapas prejudica a classificação final, mas, mesmo assim os dois representantes do distrito de Santarém estavam no primeiro terço da geral individual após as seis primeiras etapas, que contaram com duas passagens pela Serra da Estrela.Na terça-feira, dia de descanso para os ciclistas e de fecho desta edição de O MIRANTE, Gonçalo Amorim era 32º, a 16 minutos e meio do seu colega de equipa Rui Lavarinhas, que vestia a camisola amarela. Renato Silva estava dois lugares abaixo, na 34ª posição, a 20 minutos e 16 segundos do primeiro classificado.Até ao final da volta, e se nada de mal lhes acontecer, Renato Silva (dorsal número 7) e Gonçalo Amorim (dorsal número 4) serão sem dúvida dois elementos fundamentais da equipa na protecção aos homens que estão melhor classificados, nomeadamente a Rui Lavarinhas, que detém a Amarela, e Claus Moller, que está no quarto lugar e terá ainda uma palavra a dar, sobretudo na etapa que termina na Senhora da Graça e no contra-relógio final, em Viseu.GERAL INDIVIDUAL APÓS A SEXTA ETAPA 1º LAVARINHAS, Rui MILANEZA-MSS 24:53:03 2º RIBEIRO, Nuno L.A. PECOL a 17” 3º BLANCO, David P.RAVESSA-BOM PETIS a 01:57 4º MOLLER, Claus MILANEZA-MSS a 02:19 5º VITORINO, Nelson P.RAVESSA-BOM PETIS a 02:48 6º HORRACH, Joan MILANEZA-MSS a 04:02 7º PINTO, Rui BARBOT-TORRIE a 04:10 8º GAMITO, Victor CANTANHEDE-M MARIA a 04:27 9º SANTOS, Virgílio ANTARTE.-R MOVEI a 04:3210º PETROV, Danail CARVAL.-BOAVISTA a 04:4732º AMORIM, Gonçalo MILANEZA-MSS a 16:3034º SILVA, Renato MILANEZA-MSS a 20:16RIBATEJANOS ETAPA A ETAPA 1ª ETAPA 2ª ETAPA 3ª ETAPA 4ª ETAPA 5ª ETAPA 6ª ETAPAGonçalo Amorim 76º a 4” 56º a 0” 59º a 45” 97º a 52” 12º a 9’12” 36º a 7’43” Renato Silva 86º a 4” 67º a 27” 107º a 23” 98º a 52” 40º a 3’35” 54º a 16’41”

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