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Politécnico de Santarém coopera com universidades

Edição de 22.10.2003 | Sociedade
O Instituto Politécnico de Santarém (IPS) assinou terça-feira protocolos de cooperação com as universidades de Trás-os-Montes e Alto Douro e da Beira Interior. A cerimónia integrou no programa de abertura oficial do ano lectivo do IPS, que decorreu no auditório da Escola Superior Agrária. A cooperação entre o politécnico e as duas universidades prevê o intercâmbio de conhecimentos técnicos e científicos, actividades de pesquisa em temas de interesse comum e a realização de pós-graduações e outros cursos de especialidade em cada uma das instituições. O protocolo estabelece também a hipótese de intercâmbio de professores e a participação dos mesmos na orientação de mestrados e doutoramentos. Os protocolos têm a duração de 3 anos e podem ser renováveis por iguais e sucessivos períodos. Podem também ser estabelecidas condições preferenciais de acesso e de propinas aos docentes e funcionários de qualquer uma das instituições na frequência de pós-graduações, mestrados e doutoramentos. Antes da assinatura dos protocolos, decorreu a sessão de abertura do ano lectivo, que como habitualmente integrou a oração de sapiência sobre “Os paradoxos de uma aprendizagem eficaz”, proferida pelo professor José Augusto Alves. O presidente do IPS referiu no seu discursos que a educação em Portugal deve cada vez mais aproximar-se dos padrões europeus. Referiu ainda que a nível do ensino superior continua a haver algumas deficiências na aprendizagem, sobretudo a prática. Jorge Justino apelou ainda para que nas praxes não sejam dadas aos caloiros tarefas que sejam ofensivas. Nuno Coelho, presidente da Associação de Estudantes da Agrária, garantiu que os novos alunos não serão maltratados, considerando no entanto que as praxes são essenciais. Criticou ainda a aplicação do novo modelo de propinas e alertou para a tendência de tornar o ensino mais teórico, logo menos estimulante.

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