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Fazendense vai ter campo sintético

Edição de 14.01.2004 | Desporto
A direcção da Associação Desportiva Fazendense resolveu recentemente proceder à mudança de piso do campo de futebol do Complexo Desportivo José Sousa Gomes, deixando o relvado natural para ali implantar um sintéctico. A decisão está tomada, e segundo o presidente da direcção, Botas Moreira, é irreversível.No entanto, esta decisão não está a ser muito bem aceite pelos jogadores, pela equipa técnica e também por alguns directores do clube. Para os jogadores e equipa técnica porque é muito melhor jogar num relvado natural do que num sintéctico, que é muito mais atreito a lesões e mais difícil jogar bom futebol. Pelos directores contestatários porque a passagem de um relvado natural para um piso sintéctico é como que “andar de cavalo para burro”.Botas Moreira reconhece que a decisão não foi muito bem aceite pelos jogadores, equipa técnica e alguns directores, mas justifica-a com a necessidade de reduzir despesas. “O relvado do nosso campo nunca foi muito bom. Enfermou sempre de várias mazelas, a drenagem não é a melhor, a terra usada para colocar a relva também não foi a mais adequada e por isso a sua manutenção tem sido muito dispendiosa, e nunca o conseguimos ter em grandes condições. Por isso resolvemos colocar aqui um bom sintéctico que posso garantir será do melhor que existir no mercado. Vai ser um sintéctico da nova geração, que permitirá a possibilidade de treino e jogos a todas as categorias do clube”, garantiu o presidente do Fazendense.“Não podemos continuar a despender as verbas que despendemos para a manutenção do relvado. Os milhares de euros que se gastam mensalmente, têm que ser empregues para continuar a desenvolver o Fazendense. Compreendo que os jogadores e alguns directores não estejam muito satisfeitos com isso, mas sob pena de hipotecarmos a vida do clube, não podemos continuar como até aqui e a solução é colocarmos um bom sintéctico”, referiu Botas Moreira.O presidente fez questão de referir que a mudança vai ser efectuada a expensas do clube e de verbas oriundas do Instituto do Desporto de Portugal (IDP), que já aprovou o projecto. “A Câmara de Almeirim não vai dar um tostão para a obra, e segundo sei o subsídio do IDP já foi aprovado e só não foi já homologado porque a Ministra das Finanças não permitiu que houvesse qualquer homologação durante o mês de Dezembro”, garantiu o presidente do Fazendense.

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