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João Pedro, 32 ANOS, S.L. Cartaxo

CROMOS DA BOLA

João Pedro Oliveira é capitão de equipa do capitão do Sport Lisboa e Cartaxo e um exemplo de dedicação a um emblema desportivo. Aos 32 anos, apenas jogou nos cartaxeiros e é lá que quer terminar a carreira.

Edição de 21.04.2004 | Desporto
Jogar num pelado ou num relvado pode ser como da noite para o dia?É mesmo! Principalmente pelo futebol jogado, já que a bola não anda tanto pelo ar e nem nos magoamos tanto. A diferença é total.Um técnico pode ser muito “chatinho” durante o jogo?É conforme, mas às vezes pode ser bastante. Seja a emendar aquilo que fazemos ou a puxar por nós.Tem sempre vontade de jogar futebol quando chega ao domingo?Às vezes apetecia mais espairecer porque nem sempre temos a mesma disposição jogar futebol. Mas como assumimos este compromisso temos de o cumprir. Mas por vezes dá vontade de ir antes fazer um bom passeio com a família.Que tipo de acções gosta mais de fazer em campo?Gosto de ajudar os meus colegas e também apreciaria marcar golos, mas na aposição em que jogo é mais complicado. Acho que me devo ficar por lateral direito. Mas já fico satisfeito se ganharmos todos os jogos ao domingo.Se aparecesse um clube de maior dimensão deixava o Cartaxo?Não porque a minha idade já não permite ter uma evolução muito grande. E a minha vida profissional é incompatível com a saída do Cartaxo, onde tenho uma oficina de reparação de automóveis.Ser capitão de equipa é uma boa forma de se abusar na linguagem sem ser amarelado?Não. Acho que somos iguais aos restantes jogadores. Apenas tentamos ajudar mais os colegas e tentar falar com os árbitros com o maior respeito.O que vai fazer a equipa até final do campeonato?Vamos tentar chegar ao segundo ou terceiro lugar.

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