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Estado não abdica do Grupo Águas de Portugal

Abertura de parte do capital a privados é hipótese
Edição de 25.05.2005 | Economia
O grupo Águas de Portugal (AdP) pode abrir o capital a privados para cumprir as metas estratégicas definidas para o sector do saneamento básico, mas vai manter o controlo público, anunciou o ministro do Ambiente.Francisco Nunes Correia respondia na Comissão do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local às dúvidas suscitadas pelos deputados social-democratas sobre o modelo a seguir por este grupo empresarial, depois do actual Governo ter revogado orientações anteriores que defendiam o seu desmembramento.“A AdP vai-se manter no sector público e continua a ser considerada como o grande instrumento da política de abastecimento de água e tratamento de águas residuais. Isto não é incompatível com a entrada do sector privado” afirmou o ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional.No entanto, salvaguardou, “o modelo será conduzido de forma a assegurar o controlo público”, assumindo esta “lógica de capitais privados” uma forma institucional.Os oito mil milhões de euros necessários para cumprir as metas do Plano Estratégico de Abastecimento de Água, Saneamento e Águas Residuais (PEAASAR) “serão parte públicos, parte privados”, sendo o investimento público assegurado com recurso a fundos comunitários, continuou.O PEAASAR, um documento elaborado em 2000, definia para o período 2000-2006 que o abastecimento de água ao domicílio deveria abranger 95 por cento da população portuguesa e a drenagem e tratamento de esgotos 90 por cento.

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