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Municípios entram na gestão do aterro da Raposa

Edição de 20.07.2005 | Sociedade
Os municípios que constituem a Resiurb - Associação de Municípios para o Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos, proprietária do aterro sanitário da Raposa (Almeirim), vão constituir uma empresa de modo a entrarem na exploração e gestão do equipamento. O município de Almeirim já aprovou a sua entrada no capital da empresa Ecolezíria na assembleia municipal de dia 13. As autarquias da Resiurb (Almeirim, Coruche, Benavente, Salvaterra de Magos, Alpiarça, Chamusca e Cartaxo) vão deter no total 51 por cento da Ecolezíria. O restante capital cabe ao consórcio privado das empresas Serurb – Serviços Urbanos, Lda., a Lena – Engenharia e Construções S.A. e a Mota-Engil, Engenharia e Construções S.A., Estas empresas detinham até agora a totalidade da gestão e exploração do aterro sanitário para resíduos sólidos urbanos na Raposa. À Resiurb cabia o papel de acompanhamento e fiscalização da actividade do aterro. Os municípios vão também celebrar um contrato de prestação de serviços com a Ecoleziria – Empresa Intermunicipal para Tratamento de Resíduos Sólidos EIM, no qual se comprometem a entregar-lhe os resíduos sólidos urbanos recolhidos nos seus concelhos. A Ecoleziria ficará responsável pela recolha separativa de vidro, papel e embalagens e receberá um tarifário estipulado no contrato que, no caso de Almeirim, será de 18 euros por tonelada de resíduo sólido urbano (RSU), acrescido da tarifa de 2,5 euros para a recolha separativa.

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