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PS de Benavente contra taxa máxima de IMI

Edição de 30.11.2005 | Política
Os autarcas socialistas votaram contra a proposta de manutenção da taxa máxima do Imposto Municipal Sobre Imóveis no concelho de Benavente. Na sexta-feira, os eleitos seguiram a posição assumida pelo vereador António Neves na câmara e expressaram o seu desacordo. A proposta foi aprovada com os votos favoráveis da maioria CDU e a abstenção dos eleitos do PSD/CDS-PP e BE.Assim, em 2006, os proprietários de prédios urbanos avaliados nos termos do Código da Contribuição Autárquica irão pagar os mesmos valores que pagaram em 2005. A taxa aplicada é de 0,8 por cento, valor máximo previsto no Código do Imposto Municipal sobre Imóveis que estabelece a possibilidade das autarquias fixarem valores entre 0,4% e 0,8% para os prédios avaliados nos termos do Código da Contribuição Autárquica, e entre 0,2% a 0,5% para os prédios avaliados nos termos do CIMI, ou seja as construções com menos de três anos. Também neste segundo caso, será aplicada a taxa máxima.António Ganhão, presidente da câmara, esclareceu que as receitas provenientes das taxas do IMI ficaram bastante aquém das expectativas. O edil disse não ter razões para baixar as taxas máximas. Ganhão recordou que não houve lançamento da derrama no sentido de atrair algum investimento e evitar o colapso de algumas empresas.O PS estranha a falta de preocupação do autarca comunista com as famílias, ao mesmo tempo que está preocupado com as empresas. Os socialistas defendem bonificações nas taxas a aplicar em zonas de risco de desertificação e o agravamento nos prédios urbanos degradados nos centros das freguesias para obrigar os proprietários a recuperar os seus imóveis.

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