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Ambientalistas exigem ordenamento na frente ribeirinha

Edição de 15.02.2006 | Sociedade
A Associação de Defesa do Ambiente de Loures exigiu ao governo a elaboração de um Plano de Ordenamento para a frente ribeirinha do Tejo para impedir o «ataque urbanístico» entre Vila Franca de Xira e Lisboa. O plano para a margem Norte do Tejo deveria ser sujeito a um processo de consulta alargada às populações ribeirinhas, defende a Associação de Defesa do Ambiente de Loures (ADAL). Os ambientalistas exigem também que as câmaras municipais sejam imediatamente impedidas de licenciar «o que quer que seja de construção, na faixa entre a EN 10 e o Tejo». Bruno Simão, da ADAL, disse à agência Lusa que as competências da frente ribeirinha do Tejo são partilhadas por várias autarquias e pela Administração do Porto de Lisboa (APL) o que «torna muito complicado estabelecer um plano que conduza a um desenvolvimento sustentado». A associação apela à Assembleia da República que tome «a iniciativa política necessária para reconduzir a frente ribeirinha do Tejo a um desenvolvimento sustentável, harmonioso, equilibrado». «Após a esperança que a Expo’98 trouxe a Lisboa e Loures Oriental, que se esperava tivesse um efeito positivo de contaminação para o vizinho concelho de Vila Franca de Xira, eis que se vem verificando nos últimos três a quatro anos uma reviravolta que promete erguer um imenso e vergonhoso muro de betão em toda a frente ribeirinha destes concelhos», alertam os ambientalistas.

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