
Casas de prazer
“Qual é a hipótese de deitar os três hospitais abaixo e construir-se um novo?” perguntou sábado o eleito da assembleia da Comunidade Urbana do Médio Tejo Rui Picciochi (Barquinha) ao coordenador da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. Antes que António Branco tivesse tempo de responder, o deputado Armando Fernandes (Abrantes) avançou com a solução – “Não, não se deitam os edifícios abaixo. Podiam ser aproveitados para outras coisas, por exemplo para casas de prazer”. Com rentabilidade assegurada, diz o Cavaleiro.

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