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Encarar a morte sem sofrimento

A morte é a separação da alma
Edição de 02.08.2006 | Sociedade
Quando soube que pai tinha leucemia, há alguns anos, Maria Jesus Estanque sentiu o mundo a fugir-lhe debaixo dos pés. Mas rapidamente recuperou e iniciou um trabalho de preparação para a altura em que o pai “deixasse o corpo”. Sempre ao lado do pai durante a evolução da doença, Maria Jesus procurava lembrar-lhe que a sua alma não iria morrer e que em breve iria ter outro corpo, iria nascer de novo. Através da meditação diz que visualizava a nova família do pai e “enviava muita luz, energia boa, para as almas que o iriam receber para que o meu pai tivesse muito amor”. Na noite em que a alma do pai “deixou o corpo” Jesus sonhou que ela e o pai eram “anjos que flutuavam muito felizes”. Diz que nunca se sentiu triste nem nunca chorou.Para Maria Jesus esta foi a prova de que se conseguira já libertar de muitos vícios, sobretudo do apego, ligado à posse e muito diferente do amor.

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