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“Estamos a chegar ao fim de um ciclo”

Natureza revolta-se contra o mal feito pelo Homem
Edição de 02.08.2006 | Sociedade
Uma das traves mestras da filosofia Raja Yoga seguida pela Brahma Kumaris, fundada na Índia em 1937, assenta na ideia de que o mundo é cíclico. Segundo a filosofia, a cada cinco mil anos inicia-se um novo ciclo que implica o fim do anterior, inclusive da existência humana. Cada ciclo é composto por quatro idades, que duram 1250 anos cada e que se diferenciam pelo estado de pureza da alma. A primeira é a Idade do Ouro quando a alma desce à Terra do “mundo das almas”, o Nirvana onde reside Deus, e se encontra ainda sem vícios. Na segunda idade, da Prata, a alma perde alguma da sua pureza e na Idade do Cobre, a terceira, o ser humano toma consciência do corpo e o contacto com a matéria traz os vícios para a alma. De acordo com a filosofia, é nesta idade que o Homem começa à procura de Deus porque perde a confiança em si mesmo.A última idade, a do Ferro, é quando o homem já não tem consciência da alma. Maria Jesus Estanque refere que esta é a fase em que o mundo actual se encontra. “Estamos a chegar ao fim de um ciclo”, afirma.Segundo acreditam, será a própria natureza a revoltar-se contra o mal que o Homem lhe tem causado e as catástrofes naturais sucederão-se. Também as bombas nucleares terão um papel fundamental na destruição do planeta. Os seguidores desta filosofia defendem que depois do caos, o mundo voltará a ser perfeito com o início de um novo ciclo da Terra onde apenas as almas que alcançaram a purificação regressam.

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