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“CULT não soube adaptar-se às novas realidades”

Edição de 14.02.2007 | Entrevista
Como membro da assembleia da Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo (CULT) a quem acha que devem ser assacadas responsabilidades pelo fracasso da empresa Águas do Ribatejo?A Águas do Ribatejo nasceu torta. A responsabilidade cabe à direcção da CULT, porque o projecto foi criado como meio de obtenção de fundos e não como instrumento de gestão do território. Não soube adaptar-se às novas realidades, continua a ter o mesmo comportamento e atitude como se fosse uma mera associação de municípios. Porque é que veio a público exigir explicações?Foi uma atitude coerente de exigência e rigor. Em Agosto O MIRANTE quase todas as semanas trazia artigos sobre a Águas do Ribatejo e achei que havia problemas que deviam ser discutidos internamente. Os municípios da comunidade saíram prejudicados e a culpa parece que morre solteira. Nem a federação distrital do PS tomou uma posição sobre o assunto.Concorda com o presidente da Câmara de Santarém quando este pediu a demissão do administrador-executivo da CULT?A situação do administrador António Torres é irregular porque ainda não foi nomeado neste mandato, tal como reflecte um parecer da Inspecção-Geral de Finanças que diz que está numa situação de gestão corrente. Mas não sei que razões levaram o presidente da Câmara de Santarém a pedir a sua demissão.

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