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Protesto percorreu os três hospitais do Centro Hospitalar do Médio Tejo

Protesto percorreu os três hospitais do Centro Hospitalar do Médio Tejo

Edição de 14.03.2007 | Sociedade
A Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo promoveu sábado uma acção de sensibilização que percorreu ao longo de toda a tarde as três unidades hospitalares que o integram (Abrantes, Tomar e Torres Novas). A iniciativa visou alertar as populações para vários problemas que, segundo a comissão, estão longe de serem resolvidos. É o caso da falta de médicos sentida em vários centros e extensões de saúde da região. A organização dos utentes acusa António Gomes Branco, presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, de não dar respostas à população e exige medidas “urgentes e excepcionais” para dar resposta a uma situação que vai levar a que “metade das aldeias fique sem médicos”.A comissão, liderada por Manuel Soares, critica ainda a forma como estão a ser organizadas as valências dos três hospitais que compõem o CHMT, sublinhando que “o que está escrito é apenas uma série de promessas” referindo-se às garantias dadas a semana passada pelo presidente da ARS de que só iria haver mudanças na designação das urgências. A organização defende ainda que a saúde pode ser um factor de competitividade da região e que por isso deve ser potenciado. A iniciativa teve início junto ao Hospital de Torres Novas por volta das 13h30. Depois uma caravana, com cerca de 20 veículos, partiu rumo ao Hospital de Tomar onde se concentraram cerca de 200 pessoas. A acção contou com a presença de vários autarcas do concelho, nomeadamente vários membros do PCP como Luís Couceiro. A acção de sensibilização terminou ao fim da tarde junto à unidade de Abrantes. A Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo vai reunir na próxima sexta-feira com António Gomes Branco, em Santarém, para discutir a questão do CHMT e da falta de médicos nas extensões de saúde.
Protesto percorreu os três hospitais do Centro Hospitalar do Médio Tejo

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