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A fábula da passadeira e a queda devastadora

A fábula da passadeira e a queda devastadora

Edição de 11.04.2007 | O Cartoon da Notícia
Um morador do Entroncamento enviou uma carta à câmara onde exige uma indemnização correspondente ao que gastou com tratamentos, depois de uma queda numa passadeira. Ele alega ter tropeçado devido ao desnível de dois centímetros entre o passeio e a passadeira para a travessia para peões. De acordo com a exposição apresentada ao município, o residente diz ter fracturado o punho esquerdo e suturado a cabeça com seis pontos. Embora a resposta ao azarado peão ainda não tenha seguido, o vice-presidente da autarquia, Luís Boavida, depois de explicar que o desnível existe para servir de referência aos invisuais, desabafou: “Se a câmara não faz é porque não faz, se faz é porque faz”. Ou seja, trata-se da reedição moderna da história tradicional do velho, do rapaz e do burro. Se o velho vai montado, coitado do rapaz, tão pequenino, que vai a pé. Se é o contrário, coitado do velho que não pode com as pernas. Se o burro vai sem ninguém, olha que dois parvos. E se os parvos levam o burro às costas ainda mais parvos são.
A fábula da passadeira e a queda devastadora

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