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CEDE - Centro Dentário do Entroncamento

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Duas décadas a cuidar da saúde oral
Edição de 04.07.2007 | Economia
Há 20 anos que Sérgio Gomide, de 44 anos e natural de Minas Gerais, Brasil, se instalou no Entroncamento para exercer a profissão que sempre sonhou, dentista. Juntamente com a sua esposa, é proprietário do Centro Dentário do Entroncamento, que oferece hoje um serviço que abrange muitas áreas da medicina dentária, desde tratamentos convencionais e colocação de próteses dentárias fixas e removíveis até às mais recentes inovações na área, como aparelhos ortodonticos fixos e removíveis, implantes, branqueamento a laser e radiografias digitais (ortopantomografia, teleradiografia com cefalometria). Para além da saúde oral, o centro também presta serviços de psicologia, orientação vocacional, acompanhamento familiar até a reabilitação auditiva (aparelhos auditivos), contando para isso com uma vasta equipa de colaboradores.O Centro Dentário é bem conhecido no Entroncamento. O ambiente familiar e o profissionalismo dos funcionários permitiram desde o início uma boa afluência de utentes. “Fui muito bem recebido no Entroncamento, o único problema que tive cá prendeu-se com o processo de legalização que foi muito demorado”, desabafa o médico que disse nunca sentir qualquer preconceito com o facto de ser brasileiro. “Quanto mais criticavam os médicos brasileiros, mais publicitados éramos e mais as pessoas procuravam os nossos serviços”, revela.Sérgio Gomide não tem dúvidas de que houve uma grande mudança na atitude das pessoas relativamente à saúde oral. “Noto que as pessoas têm cada vez mais cuidado, não só pela saúde mas também a nível estético”, explica. Os branqueamentos dentários são dos serviços que têm cada vez mais procura, apesar de não ser acessível a todas as bolsas é cada vez mais comum. Os aparelhos de correcção dentária são outra prova de que as mentalidades têm vindo a mudar. “ Antigamente as pessoas tinham vergonha, evitavam ao máximo ter de usar aparelho fixo. Hoje é moda, qualquer jogador de futebol ou actor, usa”, exemplifica.Apesar das mudanças, ainda há quem tenha suores frios quando pensa em ir ao dentista. O doutor explica com um preconceito que já vem de trás. “Há alguns anos em Portugal, só existiam práticos, pessoas sem formação teórica adequada para exercer, e as condições também não eram as mesmas. Agora é tudo muito mais prático e indolor”. Histórias engraçadas com clientes mais medrosos garante ter muitas, mas entre risos explica que não as pode contar, a bem da imagem dos clientes.Apesar do sucesso do Centro, o médico dentista não se acomoda e procura sempre melhorar. Pretende a médio prazo aumentar as instalações da clínica, que possui actualmente 10 consultórios na Rua António Lucas, nº 38 – 1º Esq., e que também anteriormente funcionava na rua 5 de Outubro. Apesar de existir um maior cuidado com a saúde dentária hoje em dia o dentista alerta para a necessidade de consultar o dentista com alguma regularidade. “Os maiores problemas de saúde oral estão relacionados com o hábito de deixar tudo para a última”, avisa.
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