
António Farrobilha, morador
Sentado perto da obra do novo museu, António Farrobilha diz esperar que este venha “atrair mais gente e fazer evoluir as coisas”. Para o morador, este era um equipamento que fazia falta à cidade onde habita há 40 anos. “Mas não nos podemos esquecer do centro de saúde”, lembra, manifestando a sua preocupação por aquelas que considera serem outras prioridades importantes. Quando ao problema do trânsito no local, António Farrobilha desdramatiza a situação. “Não acho que vá complicar. Se não podem deixar o carro aqui, deixem-no noutro lado”, sugere.

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