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Produção de milho aumenta e a de vinho diminui

Edição de 26.09.2007 | Economia
O ano vitícola é marcado por problemas fitossanitários e por quebras de produtividade que podem atingir 50 por cento em algumas regiões, enquanto as despesas aumentaram devido à necessidade de tratamentos das culturas. As previsões agrícolas do Instituto Nacional de Estatística (INE), com dados de 31 de Agosto, não são negativas para todas espécies, e revelam "boas perspectivas" para as primeiras colheitas de milho e para a pêra rocha, aumento da produtividade da batata e manutenção das produtividades do tomate para indústria e das leguminosas secas, como feijão e grão-de-bico.Além das reduções na área da produção de vinho, os pomares também registam uma "quebra generalizada", a produção de laranja deverá ter uma descida de cerca de 15 por cento e a produção de pêssego apresenta também um descréscimo de 10 por cento. Quanto à campanha das culturas de Primavera/Verão, decorre "com relativa normalidade", embora com atrasos na maturação.Na vinha de uvas destinadas à produção de vinho, as variações térmicas e a elevada humidade proporcionaram condições favoráveis para o aparecimento e proliferação de doenças, como o míldio e o oídio, além de outras situações como as flores não originarem frutos.Apesar das condições climatéricas terem condicionado o seu desenvolvimento, as primeiras colheitas de milho são "animadoras", com uma qualidade razoável, prevendo-se aumentos de produtividade de cerca de 10 por cento para o regadio e de cinco por cento para o sequeiro. Ao contrário, as actuais previsões do INE para a cultura do arroz continuam a apontar para um ligeiro decréscimo, de cinco por cento, dos rendimentos unitários.No tomate para a indústria, "as excelentes perspectivas iniciais, resultado de abundante floração e do bom desenvolvimento dos frutos, foram refreadas pelos ataques de míldio", e actualmente o INE prevê a manutenção da produtividade face à campanha anterior, nos 75,5 mil toneladas por hectare.

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