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Espectáculo de world music abre temporada no Teatro Virgínia

Edição de 17.01.2008 | Cultura e Lazer
Um espectáculo único com o multi-instrumentista alemão Stephan Micus abre sábado, 19 de Janeiro, a programação do primeiro trimestre do ano do Teatro Virgínia, em Torres Novas. João Aidos, director do Teatro Virgínia, que apresentou a programação para os primeiros três meses do ano, disse que, sendo o único espectáculo em Portugal nesta digressão de Stephan Micus, esta é “claramente uma grande aposta” para a “rentrée” do Virgínia.“Scope”, um espectáculo “incrível” do coreógrafo Rui Horta, com os bailarinos Romeu Runa e Elisabeth Lambeck, é outro dos destaques, agendado para 2 de Fevereiro. Com entrada limitada a 120 espectadores, estão agendados dois espectáculos - para as 19h00 e as 21h30 - para uma experiência que o director do Virgínia recomenda vivamente por ser “muito forte”.“Imperdíveis” são também os espectáculos dos Mão Morta - que juntam música, vídeo e declamação -, agendado para 23 de Fevereiro, e o da dupla de pianistas Bernardo Sasseti/Mário Laginha, com a sua última gravação “Grândola”, dia 15 de Março, adiantou.O Teatro Virgínia foi um dos poucos palcos do país escolhidos para a transmissão em directo da primeira ópera de Emanuel Nunes, a realizar a partir do Teatro S. Carlos, em Lisboa, numa parceria entre a RTP e a PT Multimédia, no dia 25 de Janeiro. “Os Melhores Sketches dos Monty Python”, com António Feio, Bruno Nogueira, Jorge Mourato, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme, é um espectáculo para o “grande público” marcado para 9 de Fevereiro.João Aidos frisou o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelos Serviços Educativos do Teatro Virgínia na ligação à comunidade. Assim, no próximo dia 24, os Artistas Unidos vão deslocar-se às escolas secundárias do concelho e apresentam, para este público-alvo, o espectáculo “Fábrica do Nada”, que alerta os jovens para a problemática do desemprego.“É um tema pertinente, com um texto forte, de Judith Herzberg”, na preocupação da actividade para as escolas “não ser mero entretenimento, mas levar os jovens a reflectir sobre problemas aos quais não podem ficar alheios”, disse. No dia 16 de Fevereiro, o Virgínia acolhe a apresentação em Torres Novas do “Respira”, um espectáculo sobre o corpo, que decorre de um projecto que, desde Outubro, envolve três escolas do país (Torres Novas, Guimarães e Cascais).O projecto, que culmina com a apresentação de um espectáculo de dança nas três cidades, envolve bailarinos profissionais. Em Cascais, Aldara Bizarro ajudou a preparar a coreografia, em Guimarães, Carlota Lagido preparou com os alunos a concepção plástica, e, em Torres Novas, João Pinto os vídeos, num projecto pioneiro em Portugal, disse.A 1 de Março, o Teatro Regional da Serra de Montemuro apresenta um espectáculo para as famílias e crianças do primeiro ciclo e, dia 8, a companhia Teatro das Beiras, da Covilhã, traz um clássico ao Virgínia, Molière, de Carlo Goldoni. João Aidos afirmou que o público tem respondido “bastante bem” à programação do teatro, frisando que 50 por cento do público do Virgínia é da região.

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