
CSI à portuguesa
Num julgamento realizado em Alcanena o advogado do arguido acusado de homicídio qualificado questionava a testemunha, inspector da judiciária, pelo facto de a PJ não saber de imediato se o sangue encontrado na forquilha, presumível arma do crime, era da vítima. Uma pergunta a que o inspector respondeu de forma irónica – “nós não somos o CSI”. Que é o mesmo que dizer que o senhor advogado anda a ver muitas séries americanos…

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