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Municípios do Oeste discutem plano de investimentos com Governo

Edição de 24.01.2008 | Sociedade
O ministro das Obras Públicas e secretários de Estado de várias áreas reuniu-se quarta-feira com autarcas do Oeste para preparar um plano de investimentos para a região, como forma de compensar o abandono da localização do aeroporto na Ota. O Governo e a Associação de Municípios do Oeste (AMO) acordaram há uma semana constituir um grupo de trabalho para definir investimentos a realizar na área dos 13 concelhos da AMO e alargada aos concelhos de Azambuja, Cartaxo e Santarém. A decisão surgiu após o abandono da construção do aeroporto de Lisboa na Ota, no concelho de Alenquer, a 50 quilómetros a Norte da capital.Os 13 autarcas que integram a Associação de Municípios do Oeste estiveram também reunidos na tarde de terça-feira a preparar o encontro, mas o seu presidente, Carlos Lourenço (PSD) optou por não adiantar quais os investimentos que pretendem ver concretizados na região. “Estivemos a preparar o documento para apresentar ao Governo”, disse Carlos Lourenço escusando-se a revelar mais pormenores. Contudo, o plano estratégico do Oeste, que está a ser coordenado por Augusto Mateus, deverá ser “o documento base das negociações”, adiantou Carlos Lourenço. A Associação de Municípios do Oeste é composta pelos concelhos de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Rio Maior, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras.No encontro que teve com os autarcas do Oeste há uma semana, o primeiro-ministro frisou que, a partir do momento em que a Ota ficou para trás na corrida ao novo aeroporto, “o Estado tem agora uma responsabilidade em relação à região do Oeste”.“Durante mais de dez anos o Estado definiu medidas preventivas de impossibilidade de utilização de terrenos e de construções para reservar áreas para um futuro aeroporto da Ota. Por isso, é da mais elementar justiça que o Estado possa definir um conjunto de investimentos públicos que possam minimizar os impactos negativos desta alteração [da Ota para o Campo de Tiro de Alcochete] sobre o novo aeroporto”, disse José Sócrates.

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