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Disponibilidade total para os doentes

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João Protásio Fialho – Médico Psiquiatra
Edição de 17.04.2008 | Economia
João Protásio Fialho, médico psiquiatra há 20 anos, recebeu O MIRANTE no seu consultório em Santarém onde explicou o seu dia-a-dia, alertou para os problemas mais eminentes da sociedade do século XXI e desmistificou mitos em relação à profissão. Natural de Lisboa, deixou a capital algum tempo depois de se ter formado em Psiquiatria pela Faculdade de Medicina de Lisboa. Fez a especialização no hospital Júlio de Matos e trabalhou para o Instituto de Medicina Legal, em Lisboa. Escolheu algum tempo depois o Ribatejo para exercer a sua profissão, onde actualmente mantém um dos seus consultórios. O resto da sua semana de trabalho é repartida entre Alcobaça e Leiria, onde também dá consultas. Desde 1999 que é médico conhecido na região. Em 2002 abriu o seu consultório de psiquiatria no centro histórico da cidade de Santarém, mais precisamente na rua Capelo e Ivens, onde dá consultas às terças e quartas-feiras. Quando há necessidade também vem a Santarém às segundas-feiras. Problemas como a depressão, perturbações ansiosas, problemas com álcool e droga, alimentação (bulimia e anorexia), perturbações com o sono, entre outros são algumas das doenças que a psiquiatria trata. “Estamos a falar de uma ‘dor’ que não se vê, e que a psiquiatria é capaz de regular através de medicação e de acompanhamento médico”, refere o especialista, admitindo que nos dias que correm é uma especialidade vista com menos preconceitos ao contrário do que acontecia há algumas décadas. Avalia e diagnostica problemas em pessoas dos 7 aos 99 anos. O tratamento que aplica ao doente é específico, sempre de acordo com uma avaliação global do estado de sanidade do seu doente. “Primeiro que tudo há que ouvir o doente, tentar perceber ao máximo o que se passa. Trata-se de uma grande capacidade de escuta”. O médico explica que, contrariamente ao objectivo da maioria das medicinas em que se pretende o prolongamento da vida, a psiquiatria pretende sobretudo aumentar a qualidade de vida dos seus doentes. João Protásio Fialho aconselha as pessoas que se sintam sozinhas, aflitas e perdidas, a pedir ajuda. No máximo de uma semana é possível obter uma consulta no consultório de psiquiatria do doutor João Fialho, em Santarém, com a garantia de encontrar um espaço tranquilo, acolhedor e familiar, onde a duração da consulta em si não é o mais importante. “Tento ouvir ao máximo os meus doentes e ao mesmo tempo explicar-lhes a importância dos métodos utilizados para a recuperação”, desvenda. Na relação com os doentes são cruciais a confiança, a empatia e a disponibilidade. Por esse mesmo motivo o psiquiatra não deixa de estar presente no dia-a-dia dos seus doentes colocando-se à disponibilidade dos mesmos para além do período de consultas. “Os meus doentes já sabem que me podem contactar por telefone sempre que precisem”, salienta. Com uma filosofia de proximidade para com os seus doentes, são vários os casos de sucesso que lhe ficaram na memória e recorda com felicidade. A maioria das pessoas que vão ao seu consultório fazem-no por recomendação. Outros dos serviços que pode encontrar na clínica Dr. João Protásio Fialho é a execução de exames periciais como relatórios para tribunais, companhias de seguros ou para a segurança social.
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