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Construção na zona industrial do Couço em falta

Edição de 12.06.2008 | Economia
A Câmara de Coruche não vai esperar muito mais tempo para que os empresários do Couço que compraram lotes na zona industrial daquela freguesia apresentem os projectos de arquitectura e avancem com a construção de instalações. “Vamos decidir em breve o que fazer aos lotes, revertê-los para a posse do municípios e voltar a vendê-los”, acrescentou Dionísio Mendes. Em 2004 os dez empresários, estabelecidos na vila do Couço com oficinas de carpintaria, serralharia, pintura e outras, compraram lotes criados pela autarquia na nova zona industrial mas não cumpriram o regulamento. Previa-se que após a apresentação do projecto de especialidades, dispunham de 180 dias para iniciar a construção e de 360 dias para começar a laborar.Em Julho de 2007 a câmara notificou dez adquirentes dos lotes 5,6,13,16,17,18,19,30,31 e 32 para o incumprimento dos prazos do regulamento e deu-lhes 30 dias para darem seguimento aos projectos. Caso contrário iria proceder à reversão dos lotes para a posse da autarquia. Dois meses depois os empresários foram à reunião de câmara solicitar mais tempo para cumprir aqueles requisitos devidos a dificuldades económicas. Passaram nove meses.Apesar de tudo Dionísio Mendes considera que a zona industrial do Couço tem sido valorizada com instalação de empresas. Com firmas ligadas a hortícolas, secagem de arroz, armazém para recolhe de pneus para reciclagem, uma parque de lavagem de viaturas pesadas, além de oficinas diversas.

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