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Cartão amarelo para o dador Hermínio Martinho

Edição de 26.06.2008 | Entrevista
Costuma aproveitar a generosidade dos políticos em alturas de campanhas eleitorais ou foi só na terra da sua esposa?O Engº Hermínio Martinho, quando foi candidato pelo PSD à Câmara de Santarém, foi lá a Pernes dar sangue. Calculo que a proximidade das eleições torne os políticos mais disponíveis. E voltou a dar? Ele é membro do grupo de dadores de Pernes. Tem o cartão e tudo. Mas tem faltado aos treinos, como se diz na gíria.Recebe sempre uma carta quando há recolhas mas realmente nunca mais apareceu. Bom. Está na altura de lhe dar um cartão amarelo.(Risos) A próxima recolha é em Santarém, junto ao WShoping, nas tardes dos dias 6,7 e 8 de Agosto. Faço-lhe já aqui a convocatória. A ele e a toda a gente.Porque não a todos a classe política? Pode ser. Àqueles que podem dar, porque conheço alguns que não podem, por vários motivos embora estejam connosco e nos apoiem. Fica então a convocatória do senhor “Scolari” da equipa de dadores de sangue de Pernes. Deputados eleitos pelo círculo de Santarém, membros dos órgãos autárquicos, assessores, secretários e secretárias…enfim, gente de boa vontade., são todos chamados à selecção de dadores para o encontro de Agosto.É uma boa ideia.Podem ajudar a salvar vidas.Podem ajudar a salvar a sua própria vida. Tenho uma história exemplar a esse nível. Infelizmente é uma história triste. Uma altura andei a convencer um senhor a dar sangue. Ao fim de muito tempo consegui. Ele ficou excitado com a ideia e na véspera, para celebrar, ou para descontrair, foi para os copos. Deve ter ido directamente do bar para o local da recolha e estava com uma carraspana tão grande que o médico o recusou só pelo cheiro a álcool. O mais grave é que no dia a seguir teve um AVC. Se ele não estivesse com os copos era capaz de ter sido avaliado, de lhe ter sido detectada a hipertensão e poder ser medicado ou encaminhado para o centro de saúde ou hospital.

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