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Criança desaparece da sala de aula, trepa a telhado e cai de uma altura de sete metros

Edição de 25.09.2008 | Sociedade
Um aluno da escola P3, um pólo da Escola Básica do 1º Ciclo de Almeirim, caiu de uma altura de sete metros, depois de ter saído da escola e trepado por um poste existente no pátio do estabelecimento de ensino para um telhado contíguo. O desaparecimento do rapaz de seis anos causou o pânico entre professores, auxiliares e pais que andaram três horas e meia à sua procura em várias zonas da cidade. Do acidente não resultaram ferimentos graves. Segundo o coordenador da escola, José Mesquita, a criança, que sofre de epilepsia, pediu à professora para ir à casa de banho às 15h15, quinze minutos antes do fim das aulas. A docente estranhou a demora do seu regresso à sala de aulas e deu o alerta. Vários professores e auxiliares começaram a procurar o aluno no recinto escolar, sem sucesso. As buscas alargaram-se entretanto às imediações da escola e alertou-se a GNR e os bombeiros da cidade, que também ajudaram nas buscas. Os responsáveis da escola chegaram a imprimir fotografias do aluno e várias pessoas constituíram-se em 20 equipas que começaram a percorrer vários pontos da cidade perguntando aos transeuntes se tinham visto a criança. Cerca de três horas e meia depois surgiu a suspeita de que o aluno tivesse trepado a um poste de electricidade existente no pátio até ao telhado das desactivadas instalações da estação da rodoviária. Foi o rasto de uma sapatilha marcada numa caixa técnica existente junto ao poste que levou a que se procurasse o aluno no telhado. A criança terá andado por cima das telhas de fibrocimento e no ponto mais alto o telhado cedeu, tendo provocado a queda do aluno de uma altura de cerca de sete metros. Os bombeiros arrombaram o portão que dá acesso à garagem e encontraram a criança no chão, tendo-a transportado ao Hospital de Santarém onde foi assistida. Esta não tinha qualquer fractura. Segundo o coordenador da escola, o aluno terá estado algum tempo desmaiado. Acrescenta ainda que à hora a que se deu o acidente a auxiliar que estava a vigiar a entrada do estabelecimento de ensino, onde já se encontravam vários pais que iam buscar os filhos, estava de costas para a zona do poste e não deu pela situação. Depois do sucedido a escola em conjunto com a câmara estão a tentar encontrar soluções que evitem outras situações.

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