
O reino de Abreu
O (ainda) presidente do Festival Nacional de Gastronomia rompeu o protocolo durante o almoço do Dia do Ribatejo e atreveu-se a discursar depois do ministro das Obras Públicas, figura mais alta do protocolo de Estado ali presente. O facto não passou despercebido, tal como não passou despercebida a ausência de menção ao presidente da Câmara de Santarém no início do discurso. Na hora da despedida, Carlos Abreu fez questão de mostrar com dois exemplos claros de descortesia que aquele era um feudo à parte e que ali quem mandava (ainda) era ele.

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