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Fonseca Ferreira lamenta "anemia política do PS nos últimos anos"

Edição de 05.03.2009 | Sociedade
O primeiro subscritor da moção “Mudar para Mudar”, António Fonseca Ferreira, lamentou “a anemia política do PS nos últimos anos” e que o Governo “não pode fazer as reformas contra as pessoas”. Na defesa da sua moção “Mudar para Mudar – Mudar o PS para Mudar Portugal”, apresentada ao Congresso Nacional do PS que decorreu no fim de semana em Espinho, o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo considerou o partido “nuclear da esquerda em Portugal” mas considerou que “o socialismo democrático está em grave crise de identidade”.“É tempo do PS tirar as suas ilações e retomar o debate. Os socialistas não podem conformar-se com políticas sociais assistencialistas, medidas louváveis em termos humanitários mas muito aquém do seu ideário”, frisou. O militante deixou claro que para os subscritores da moção “não está em causa a liderança do PS” e que José Sócrates tem tido “a coragem e a determinação para realizar as reformas e a mudança de que a sociedade portuguesa precisa”.“Mas os militantes, na sua maioria, sentem-se abandonados”, lamentou, considerando que “com a actual liderança o PS afirmou a sua vocação de governo mas esvaziou-se como partido, enquanto colectivo de militância, de reflexão e elaboração programática e de intervenção social”.“As nossas sedes são, na sua maioria, lugares inóspitos, desconfortáveis e tristes que não proporcionam o convívio e o debate. Há muitos militantes socialistas desmotivados. A sua participação nas eleições internas, muito reduzida, é prova disso mesmo”, disse Fonseca Ferreira.

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