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Conduta da EPAL em Azambuja continua à espera de solução

Conduta da EPAL em Azambuja continua à espera de solução

Empresa ainda não terminou projecto de duplicação da conduta

A conduta da EPAL que atravessa o campo da feira em Azambuja continua a ser uma dor de cabeça para os condutores. Os veículos com altura superior a dois metros não passam no local.

Edição de 25.06.2009 | Sociedade
A circulação de veículos com altura superior a dois metros continua a ser proibida na estrada junto ao pavilhão municipal da Azambuja, na zona do campo da feira. Tudo por causa da conduta de abastecimento de água da EPAL que atravessa o local. Ainda assim são muitos os condutores que ignoram a sinalização vertical e arriscam a passagem. O problema arrasta-se há vários anos sem que autarquia e EPAL se entendam quanto ao destino a dar à conduta. Segundo a empresa pública de águas, contactada pelo O MIRANTE, a solução está “para breve” com a elaboração de um projecto de duplicação do troço da Azambuja. A empresa refere que, embora não eliminando a sua necessidade, permitirá flexibilizar a procura de soluções para a conduta. Enquanto esse projecto não está concluído, a EPAL apresenta outras soluções “que deverão passar pela construção de vias rodoviárias alternativas ou pelo rebaixamento da cota da estrada”, refere. Estas são soluções já anteriormente apresentadas pela empresa pública. O problema das mesmas, acrescenta a empresa, é que a sua execução “não é da responsabilidade da EPAL”, logo terá custos elevados para a autarquia.A conduta de água, situada junto ao pavilhão municipal, tem sido alvo de constantes críticas nos últimos anos. Apesar da proibição e da existência de várias dezenas de sinais informativos a dar conta dos perigos que se aproximam, são poucos os condutores que cumprem e respeitam a sinalização. A maioria arrisca a passagem. Um veículo já chegou a embater na estrutura. O cano da EPAL constitui um troço do adutor da barragem de Castelo de Bode, em exploração desde 1987, e que é indispensável para o abastecimento de água em toda a região metropolitana de Lisboa. O presidente da câmara da Azambuja, Joaquim Ramos, esclarece que a autarquia já fez tudo o que estava ao seu alcance e lamentou que a EPAL tenha “arrastado o processo”. “Sobre esta situação já foi quase tudo dito. Por enquanto não se consegue a intervenção da EPAL no cano de água. Temos recorrentemente falado desta situação, temos recolocado os pórticos de aviso e estes continuam a vir parar ao chão por incúria dos condutores”, lamenta o autarca. A empresa pública de águas defende-se dizendo que aquando da construção daquele adutor, em 1986, “o fluxo de trânsito naquela artéria era quase inexistente, pelo que não se colocavam estas dificuldades”. Posteriormente e em consequência do intenso desenvolvimento urbanístico e rodoviário na zona, “é que começaram os problemas referidos”, esclarece a EPAL, que confirma o facto do assunto ter sido abordado várias vezes pela autarquia.
Conduta da EPAL em Azambuja continua à espera de solução

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