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As aventuras da viagem de finalistas de seis jovens de Alverca

As aventuras da viagem de finalistas de seis jovens de Alverca

Uma experiência para nunca mais esquecer e mais tarde recordar

Final ddo secundário é sinónimo de viagem de finalistas. Seis alunos da Escola Secundária Gago Coutinho, em Alverca, juntaram-se e rumaram até Lloret del Mar, Espanha para umas férias de cinco dias inesquecíveis. Fomos ouvir as suas histórias.

Edição de 01.07.2009 | Especial Férias
Pedro Lopes guarda na retina uma noite especial. “Saímos da discoteca, olhamos para a direita e estava uma rapariga a chorar. Olhamos para a esquerda e estava outra a chorar e a vomitar. Não muito longe dali, estava mais uma a chorar e a zangar-se com o namorado. Parecia a noite das raparigas que choram”, diz com um sorriso o jovem de Alverca. A viagem de finalistas tinha começado dias antes. Depois de uma longa viagem de dezoito horas de autocarro, quando chegaram a Lloret del Mar, na vizinha Espanha, os seis jovens vestidinhos com roupinhas de Verão foram recebidos por frio, vento e chuva. Pedro Figueirinha, Pedro Lopes e Débora Pereira estudantes do 12º ano da Escola Secundária Gago Coutinho em Alverca do Ribatejo tinham-se juntado a mais amigos para umas férias de “praias e festas”, para mais tarde recordar.A primeira alteração na rotina diária foi a passagem de pássaros diurnos a nocturnos. “Os horários estavam completamente alterados. Saíamos de casa às duas da manhã para ir para a noite e chegávamos às cinco, seis da madrugada. Depois dormíamos até às quatro da tarde e almoçávamos às seis”, revela Débora. “Lembro-me que uma vez acordei às seis para almoçar e às oito já estava a jantar. Mas isso é porque eu sou um grande lambão”, confessa com um sorriso Pedro Figueirinha.Já Pedro Lopes revela que em cinco dias, apenas por uma vez tomaram o pequeno-almoço no hotel. Dormiam de dia para se divertirem à noite apesar de as “noitadas” não se prolongarem até muito tarde, para tristeza dos jovens portugueses. “Pensávamos que íamos ficar acordados até ao nascer do sol. Mas a partir das três estava tudo acabado e a fechar. Depois andávamos a passear pela avenida principal e em algumas ruas ali perto onde existem uns bares”, refere Débora.Os jovens admitem que quando se vai para uma viagem destas, está presente no pensamento acontecerem “aventuras amorosas”. “As festas e as bebedeiras” potenciam essas situações. Mas garantem que isso não aconteceu com eles. “Não fui para lá com a intenção de arranjar gaja, mas se viesse por acréscimo, tudo bem. Não se passou nada mas também andava mais agarrado ao absinto e à comida”, assegura Pedro Figueirinha.O estudante que quer ser locutor de rádio conta até uma história engraçada. “Um rapaz despediu-se da namorada e apanhou o autocarro na Azambuja. Quando entra diz em grande “Vou traí-la”. Passada uma semana e já no regresso dizia; “Fogo, uma semana sem sexo”. Fartei-me de rir”, conta.Além dos jovens portugueses, que viajaram também de outras zonas do país, no local, estavam muitos estudantes de Itália e Grécia. No final o balanço da “aventura” foi muito positivo. Apesar de o tempo não ter ajudado, e de as ofertas no local ficarem aquém das expectativas, os três jovens garantem que não vão esquecer a viagem de finalistas. Agora aguardam ansiosamente pela divulgação dos resultados dos exames nacionais. Débora gostava de seguir comunicação social. Pedro Figueirinha tem o “bichinho” da rádio e tudo fará para lá chegar. Quanto a Pedro Lopes está mais virado para a área do cinema e multimédia.
As aventuras da viagem de finalistas de seis jovens de Alverca

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